Desnotícias:Pelo menos no Campeonato de Cruzamentos a Inglaterra é melhor que a Suécia

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AMARRA, Terra da Vodka - Cosmos Arena

No primeiro jogo pós-eliminação do Brasil, 95% das pessoas já não estão mais nem aí mais pra futebol, até o Irã x Marrocos foi mais assistido que este Inglaterra x Suécia. Felizmente, o mundo não gira em torno do Brasil (embora a Globo goste de fazer parecer que isso é verdade), e a Copa do Mundo Eurocopa continua.

Com o futebol sul-americano em baixa desde 2003, e o futebol de catimba, marra e redes sociais também em baixa, Suécia e Inglaterra deram uma aula de como se joga o mais tradicional futebol europeu, com dois times piores que cadela no cio, só sabendo cruzar o tempo inteiro.

Primeiro tempo[editar]

Lá estava aquele futebolzinho pragmático de Eurocopa: sem criatividade, sem ousadia, sem dribles, sem tabelinha, sem lambretinha, só um futebol eficiente que chega em semifinal, ao contrário de certos times superestimados.

Passados 30 minutos de porra nenhuma, o cinegrafista tarado da FIFA não parava de focar loiras suecas nas arquibancadas, sabendo que isso era muito melhor que qualquer lance desse joguinho sem graça baseado apenas em cruzamentos, única coisa que um time europeu que se preze sabe fazer. Para quebrar a monotonia, coube a Harry Maguire fazer o gol de cabeça após, é claro, mais um cruzamento.

Às vezes surgia um ou outro lance mais ousado, que não era baseado em cruzamento, mas era baseado em lançamentos (balão pra frente), como num lance em que, após uma bicuda pro alto, Sterling saiu livre na frente do goleiro sueco, mas aí tentou o que não sabe fazer direito, que é driblar... se enrolou todo e desperdiçou o lance.

Segundo tempo[editar]

Suecos e ingleses demonstrar extrema dificuldade de dominar bola com os pés.

A Suécia, que é acostumada a vencer as outras boas seleções apenas pelos placares de 1x0 com gols sobretudo de sorte, ficou toda confusa ao perceber que o jogo estava 1x0 é para o adversário. Enquanto isso, a Globo pelo menos fazia o favor de humilhar a seleção brasileira ainda mais, focalizando constantemente no avião da Seleção taxiando no aeroporto e vindo embora pra casa, já que o jogo estava bem sem graça e sem audiência.

E pior que o segundo gol veio, após o 50º cruzamento da partida e 30º da Inglaterra, que cruzava mais. Foi assim, na base da insistência, que Dele Alli fez o seu de cabeça, consolidando a vitória inglesa.

Cientes de que estavam agora numa Eurocopa e não precisavam mais exibir futebol bonito e exuberante, os times mantiveram o jogo pragmático de só cruzar na área. E quanto tentavam de pé, aí era para isolar as bolas, então o jogo progredia só nas laterais, com os jogadores esperando a oportunidade de cruzar. Às vezes você via contra-ataques promissores da Suécia, avançando em velocidade pelo meio, mas o vício em cruzar estava tão grande que, ao invés de fazer a jogada do gol, o jogador tocava pro lateral e arriscava o cruzamento mesmo assim.

A Suécia, claramente consciente de que já havia chegado longe demais numa Copa do Mundo, começou a fazer cera e exigir atendimentos médicos, e assim os minutos finais foram sendo matados, até a Inglaterra vencer a partida. Uma vez classificados, ficou bem nítido que os ingleses não sabiam se portar comemorando uma vitória; chocados em se verem numa semifinal, fizeram uma dancinha meio sem graça e os torcedores só deram uns pulinhos.

Destaque para o goleiro inglês Pica Forte, que não apenas fez boas defesas que impediu os gols de cabeça da Suécia. Após a realização das defesas, ele saía pagando sapo e gritando com todos seus colegas de equipe, chamando atenção por seu estilo de dar broncas veementes nos próprios "amigos".


Fontes[editar]